Minha arte enfim se apagou

Canto pela dor, pela magoa, canto o amor perdido, canto o preconceito, canto minhas tristezas e frustrações, canto o aperto em meu coração, canto o desespero de minha alma, canto a tristeza e a felicidade. Componho sentimentos, componho minha alma em um papel em branco. Ali retrato a minha alma, uma alma machucada, cheia de feridas e magoas. Hoje não canto, não componho, hoje apenas sou o fantoche de meus pensamentos vazios aonde fecho meus olhos e nada vejo e nada escuto. meu papel continuará em branco como uma alma fazia assim como a minha.